Tag Archives: segurança

Se você sai para correr ou pedalar durante a noite, é importante usar uma luz de segurança. Esses acessórios piscam continuamente e permitem que motoristas e pedestres enxerguem você à distância e, com isso, prestem mais atenção no seu trajeto. O recurso comprovadamente evita acidentes, e, por isso, a Apple que transformar o iPhone em um substituto para esses dispositivos.

A ideia da empresa nesta patente registrada em maio deste ano é que o corredor ou ciclista prenda o iPhone em seu braço com algum acessório que ele já use durante suas sessões de exercícios físicos. Em seguida, ele ativaria a função de luz de segurança para que o flash ou a tela do aparelho ficasse piscando ou oscilando.

Outra função detalhada na mesma patente sugere que o iPhone poderia ser sincronizado com algum app de música para que o display fique piscando de acordo com o som. Isso seria interessante especialmente para quem gosta de fazer festas em casa, sendo que o recurso ajudaria a dar um clima de balada para o ambiente.

Essa patente ainda não foi aprovada, mas já foi tornada pública pelo órgão norte-americano que cuida de propriedade intelectual nos EUA. Ainda assim, talvez a Maçã não consiga esse registro, sendo que já existem apps na App Store que replicam essas duas funções praticamente da mesma forma descrita pela Maçã.

Fonte: TECMUNDO

  • Compartilhar:

Em 31 de julho de 1923, nascia em New Kensington, na Pensilvânia (Estados Unidos), a química americana Stephanie Kwolek, inventora do p-fenilenodiamina com cloreto de tereftaloila, conhecido também como fibra Kevlar.

Atingindo cinco vezes a resistência do aço, a fibra Kevlar, inventada em 1960, possui alta resistência mecânica, é de cor dourada e é empregada na fabricação de coletes balísticos e equipamentos de segurança.

Sua descoberta foi acidental. Kwolek procurava por um material que pudesse ser usado para reforçar pneus de carros, que fosse mais leve e eficiente no consumo de combustível do que o metal, usado anteriormente. O polímero de cristal líquido que ela criou virou o Kevlar, que é cinco vezes mais forte do que o aço e extremamente leve.

A DuPont foi a primeira e única empresa que Kwolek trabalhou e foi lá que criou a tão famosa fibra. A empresa é amplamente conhecida por sua grande variedade de produtos, assim como pela sua liderança no campo da pesquisa em ciência e tecnologia. Sua linha de atuação abrange produtos químicos, fibras, polímeros, produtos agrícolas, entre outros. A DuPont também desenvolveu e patentetou diversos produtos importantes, como o nylon, o Teflon e o Kevlar.

Sendo a maior invenção de Kwolek, hoje, a fibra Kevlar é usada em coletes à prova de balas e em roupas esportivas, e sim, também em pneus resistentes a furos.

Em 1996, a pesquisadora foi premiada com a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação “por suas contribuições para a descoberta, o desenvolvimento e o processamento das fibras de aramida de alta performance, que originam novos produtos que salvam vidas e beneficiam a humanidade em todo o mundo”. Em mais de 40 anos de pesquisa teve entre 17 e 28 patentes.

Ela esteve bastante envolvida em programas de avanço na ciência com crianças e adolescentes, especialmente meninas, tendo criado vários experimentos escolares na área de química ainda em uso nas escolas dos Estados Unidos. Stephanie morreu aos 90 anos, em 14 de junho de 2014.

Fonte: Exame e Wikipedia

  • Compartilhar:
Nova tendência na programação de apps é o sonho dos hackers
Publicado por:Priscila Pessatti, julho - 19 - 2017

Toda vez que você procura algo no Google, pede um Uber ou faz login em uma conta bancária, seus dados pessoais provavelmente fluem nos bastidores através de uma série de pacotes de software diferentes e independentes que são conhecidos como contêineres.

Embora invisível para o usuário, esse método se tornou o principal modo de codificar aplicativos hoje em dia. Os programadores gostam porque podem mudar um recurso sem desfazer o trabalho de seus colegas e isso ajuda o software a rodar de forma mais eficiente, economizando dinheiro para as empresas.

Mas o processo também está dando aos hackers muitas maneiras novas de roubar a informação das pessoas. Em vez de irem diretamente para um lugar, os dados de um usuário podem pular entre dezenas de contêineres para fazer uma única ação. Os hackers só precisam ter acesso a um deles.

Por causa da maneira em que a maioria dos contêineres é projetada, eles são caixas-pretas em uma rede. Os administradores podem não ter nem ideia do que está acontecendo dentro deles.

Essa ameaça passou em grande parte despercebida por um tempo, à medida que os contêineres proliferavam em todo o setor de software.

Em 2014, isso chamou a atenção de Sameer Bhalotra, ex-diretor sênior de segurança cibernética do presidente Barack Obama e ex-funcionário da Google. Bhalotra criou a StackRox para abordar novas técnicas que exploram a tecnologia dos contêineres.

“As empresas estão avançando às cegas”, disse Bhalotra, falando publicamente sobre sua startup pela primeira vez. “Muitas vezes elas não sabem se um contêiner foi desativado por design — porque deixou de ser necessário à medida que a atividade dos usuários diminuiu — ou devido a um erro de configuração de TI, a um erro humano ou a um invasor.”

A StackRox é financiada por vários dos principais diretores de segurança do Vale do Silício, como Joe Sullivan da Uber Technologies, Alex Stamos da Facebook e Justin Somaini da SAP. A StackRox está a ponto de finalizar uma nova rodada de financiamento, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.

Um quarto de todas as grandes empresas usa contêineres atualmente e os gastos corporativos com essa tecnologia deverão dobrar nos próximos dois anos, para US$ 2 bilhões, de acordo com a 451 Research. Muitas empresas usam o software da Docker, uma startup avaliada em US$ 1 bilhão pelos investidores.

Jay Lyman, um analista da empresa de pesquisa, disse que há uma “mentalidade de corrida do ouro” para adotar essa ferramenta sem uma avaliação completa dos riscos. “A segurança é o desafio número 1”, disse ele.

Uma característica dos contêineres que os hackers estão explorando ativamente é que eles são efêmeros, disse Bhalotra. Nos ataques estudados por sua empresa, os contêineres utilizam uma espécie de “interruptor de suicídio”, que controla quando eles são desligados, e os hackers que conseguem entrar geralmente instalam softwares maliciosos para ativar esses interruptores.

O código permite que eles apaguem todas as evidências de que estiveram lá. “Empresas com infraestruturas avançadas de TI estão adotando os contêineres, mas não sabem muito bem como lidar com a segurança”, escreveu Stamos, diretor de segurança da Facebook e financiador da StackRox, em um e-mail.

Fonte: Exame

  • Compartilhar: