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Europa quer impedir Mercosul de usar nomes de produtos com indicação de origem
Publicado por:Priscila Pessatti, dezembro - 18 - 2017

Produtores agrícolas brasileiros têm até o próximo dia 22 de dezembro para atenderem à consulta pública do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) sobre o reconhecimento no Brasil de Indicações Geográficas (IGs) registradas na União Europeia. Os produtores brasileiros devem apresentar argumentos para continuarem usando no rótulo de seus produtos a chamada indicação de origem, como por exemplo os queijos parmesão, gruyère, brie e gorgonzola.

O coordenador do Departamento de Negociações não Tarifarias da Secretaria Internacional do Agronegócio, do Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa), Rafael Mafra, diz que essa é uma exigência da União Europeia dentro das negociações do Acordo Comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Por isso, o reconhecimento da lista apresentada pela União Europeia pode impedir o uso comercial desses nomes por produtores do Mercosul.

“Se a gente reconhecer na forma como eles estão solicitando, não se poderia mais usar esses nomes, porque seria uma violação de nome, de marca. Ou seja, a gente não poderia mais chamar o queijo de parmesão, teria encontrar outro nome. E se alguém chamasse de parmesão seria acionado na Justiça”, explica o dirigente do Mapa.

Para solucionar o impasse, segundo Mafra, o Brasil está argumentando com os negociadores europeus que, para muito dos nomes da lista, não existe conflito.

“E para aqueles que apresentam conflito, a gente tem duas propostas. Uma delas seria a solução encontrada em acordos com outros países: reconhecer a identificação geográfica, mas abrir exceção para alguns produtos”, disse. No caso do parmesão, por exemplo, se estabeleceu que se reconheceria a identificação geográfica do parmesão como parmesão, mas os produtos nacionais poderiam continuar usando o nome parmesão.

Identificando a origem

A indicação geográfica é uma maneira que se tem de garantir que um produto com determinadas características vem de uma região específica. Rafael Mafra cita como exemplo, um dos casos mais conhecidos, que é o do vinho espumante, que a partir da assinatura do Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (conhecido pela sigla em inglês Trips) se estabeleceu que só poderia ser chamado de champanhe o vinho espumante que viesse da região de Champanhe (Champagne), na França.

Mafra destaca que a UE tem uma política pública interna de reconhecimento de indicações geográficas.”Eles têm 3.500 reconhecidas lá. Agora, eles querem o reconhecimento de algumas delas pelos outros países. Então, eles nos apresentaram uma lista com 347 nomes que eles gostariam de ver protegidos no Brasil como resultado desse acordo”.

Entre esses nomes, os europeus incluíram produtos comuns na mesa dos brasileiros, como os queijos parmesão, que tem origem na Itália; feta, que é grego; gorgonzola; e gruyere. Também fazem parte da lista a grappa – um conhecido aguardente de uva de origem italiana; e o conhaque, originário da região de Conhaque (Cognac), na França.

Herança cultural

A contrapartida, de acordo com o coordenador, é reconhecimento da identificação geográfica dos nossos produtos, como a cachaça, por exemplo. No caso desse reconhecimento, só o Brasil poderia exportar cachaça para a União Europeia.

Além disso, lembra Mafra, outra vantagem é ganhar em outros pontos do acordo que está sendo negociado, como acesso ao mercado, redução de tarifas, aumento de cotas e demais cláusulas que estão sendo negociadas no restante do acordo.

Parar de produzir queijo parmesão é praticamente impensável, dado o tamanho do prejuízo. Mas há outro argumento, menos econômico e talvez mais forte. Mafra lembra que os países do Mercosul, em sua maioria, foram colonizados por europeus, e sofreram forte influência da cultura europeia por meio das imigrações.

“O que a gente mais tem aqui são alemães, espanhóis, italianos e franceses. E são essas as indicações geográficas que eles querem ver reconhecida. Então, se em outros países eles abriram três ou quatro exceções, para este acordo a gente precisa de pelo menos 30. Porque temos antepassados comuns com a União Europeia. Eles trouxeram seus hábitos, seus modos de produção, sua cultura, e não é justo que agora a gente tenha que mudar ou pagar por isso para a União Europeia”, argumenta Rafael Mafra.

Apresentação de subsídios

Os argumentos dos produtores brasileiros para subsidiar o governo nas negociações sobre o reconhecimento das indicações geográficas da União Europeia devem ser apresentados em formulário específico que pode ser encontrado no site do INPE, assim como a lista oficial dos nomes requeridos pelos europeus e as instruções normativas relacionadas à consulta. O documento deve ser enviado depois para o e-mail subsidios@inpi.gov.br.

Edição: Davi Oliveira

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

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As 10 marcas mais importantes para os brasileiros
Publicado por:Dayse, setembro - 29 - 2017

O quanto uma marca importa para o consumidor? Quão relevante ela é na percepção de quem convive diariamente com dezenas delas? Bem, para o consumidor brasileiro, digamos que elas são 68% importantes.

Um novo estudo da agência Ogilvy Brasil mediu a importância das marcas na vida dos brasileiros. Em média, o “índice de importância” de marca é de 68% no Brasil.

A média é maior que em países como Inglaterra (53%) e Estados Unidos (57%).

O estudo conversou com 2.029 consumidores, das classes A a C, entre 18 e 64 anos. Cinquenta marcas, entre nacionais e internacionais, foram avaliadas.

“Que marca realmente importa para você?”, a Ogilvy perguntou aos consumidores.

Cinco atributos principais foram levantados e que pesam na hora de decidir tal importância: confiança, imagem, empoderamento, fazer e tradição.

Confira o resultado das 10 mais importantes:

  1. Google
  2. Facebook
  3. Natura
  4. Havaianas
  5. Netflix
  6. O Boticário
  7. Samsung
  8. Nestlé
  9. Apple
  10. Nike

Destaques

Seis marcas no top 10 tem o fator “confiança” como destaque na opinião dos brasileiros: Natura, Netflix, Samsung, Nestlé, Apple e Nike. Maratona pra família: Cinco dicas de séries do Sistema Positivo de Ensino para assistir com os filhos adolescentes Patrocinado

Tradição, por sua vez, aparece como destaque em quatro: Natura, Havaianas, O Boticário e Nestlé.

Fonte: Exame

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OS SIGNIFICADOS CURIOSOS DOS NOMES DE 20 MARCAS
Publicado por:Dayse, setembro - 18 - 2017

1. ORIGEM DOS NOMES

Quando uma marca é famosa, nos acostumamos com seu nome, ainda que seja uma palavra completamente estranha ou inventada. Até nos esquecemos de perguntar, afinal, o que quer dizer aquilo.


2. 1. APPLE

Apesar do logo original da empresa trazer o físico Isaac Newton sentado embaixo de uma árvore (o mito diz que uma maçã caiu em sua cabeça e ele “descobriu” a gravidade), não vem daí a inspiração primária de Steve Jobs para a maçã no nome e no logo da marca. Em seus anos “sabáticos e de andarilho”, ainda na juventude, Jobs passeou pela região do norte da Califórnia e pelo estado do Oregon. Por lá, começou a trabalhar em uma plantação de maçãs e adotou uma dieta baseada somente em frutas. Daí veio sua inspiração. Jobs acreditava que o nome era simples, divertido, inebriante e nada intimidador.


3. 2. SAMSUNG

De acordo com a empresa, Samsung é uma palavra coreana que significa “tri-star”: três estrelas. O três representa algo que é “grande, numeroso e poderoso”. O desenho das três estrelas estava presente no logo original da marca.


4. 3. KIBON

Na verdade, Kibon é um nome usado somente no Brasil, Argentina e Ilhas Malvinas. Remete, claro, à expressão “que bom”. O nome da marca original é Wall’s, que sempre traz aquele desenho de coração como logo. O nome vem do fundador, Richard Wall. Mas, em cada país, um nome diferente é usado.  Na Eslovênia, Croácia, Áustria e República Tcheca, a marca de sorvete se chama Eskimo. Na Espanha, é Frigo. Em Portugal, é Olá.


5. 4. NIKON

O nome Nikon vem de “NIKKO”, a abreviação do nome original da empresa, Nippon Kogaku K.K.  Depois, a letra “n” foi acrescentada para ficar uma palavra com impressão mais “masculina”.


6. 5. MCDONALDS

Os irmãos Richard e Maurice McDonalds criaram, em 1937, uma lanchonete chamada “The Airdrome”, na Huntington Drive (Rota 66), na Califórnia. Eles vendiam somente hot dog. Depois, entraram os hambúrgueres. Em 1940, eles se mudaram para San Bernardino (ainda na Califórnia) e mudaram o nome do restaurante para “McDonald’s Bar-B-Que”. O churrasco era a especialidade da casa. Em 1948, quando o hambúrguer virou o negócio principal, o nome foi trocado apenas para “McDonald’s”.


7. 6. MARLBORO

O nome Marlboro vem da rua Great Marlborough Street, segundo endereço da Phillip Morris Companies Inc, empresa fundada em Londres que criou a marca de cigarros.


8. 7. NOKIA

O marca finlandesa tira o “Nokia” do nome da cidade Nokia, à beira do rio Nokianvirta. Por sua vez, a origem desse nome é um tanto obscura. No Finlandês moderno, “noki” significa “fuligem” e “nokia” é essa palavra no plural sem flexão. Uma teoria mais popular diz que o Finlandês arcaico tinha a palavra “nois” (plural “nokia”) e a palavra “nokinäätä”, que significava “fuligem marta”. Marta é uma designação de mamífero. Na região, qualquer mamífero de pelagem escura era chamado de “nokinäätä”.


9. 8. ADIDAS

Uma lenda urbana diz que Adidas é a sigla para “All Day I Dream About Sports” (“Todo Dia Eu Sonho Com Esportes”). Mas a origem verdadeira é outra. “Adi” e “Das” vem do nome do seu fundador, Adi Dassler, que criou a empresa em 1949. Antes, ele tinha com seu irmão, Rudolph, uma outra fábrica. Quando eles brigaram, Adi criou a Adidas e Rudi criou a Ruda, que mais tarde virou a Puma.


10. 9. NIKE
A palavra Nike tirou a inspiração da deusa grega Nike, deusa da vitória na mitologia. Curiosidade: a empresa quase se chamou “Dimension 6”.


11. 10. PRINGLES

Há duas teorias sobre “Pringles”. Uma diz que é uma referência à Mark Pringle, um americano que, em 5 de março de 1937, preencheu uma requisição de patente sobre “Método e Aparato para Processamento de Batatas”. Esse trabalho foi citado e usado pela Procter & Gamble para criar a marca de batata e criar sua própria patente sobre um método de desidratação de batatas. Outra teoria, mais novelesca, diz que os dois publicitários da P&G responsáveis pela marca moravam na Pringle Drive, em Finneytown, cidade do estado americano de Ohio.


12. 11. M&MS

O doce criado em 1941 tirou os seus dois “M” dos nomes Mars & Murrie: de Forrest E. Mars Sr., fundador da empresa Newark Company; e Bruce Murrie, filho do presidente da Hershey Chocolate e dono de 20% das ações do produto.


13. 12. HP

A sigla HP abevia o nome da empresa Hewlett-Packard e usa o nome dos fundadores, William Redington Hewlett e Dave Packard.


14. 13. BMW

BMW é a sigla de Bayerische Motoren Werke AG e significa, em inglês, Bavarian Motor Works. A montadora alemã tem origem em Munique, na região da Baviera (em latim, Bavaria).


15. 14. HYUNDAI
O nome Hyundai vem de uma palavra coreana (origem da empresa, Seul) que significa “modernidade”.


16. 15. SHELL
Shell é a palavra inglesa para “concha” (presente no logo da marca) e remete aos fósseis, que por sua vez remete aos combustíveis fósseis. Mas a palavra “shell” vem de muito antes. A empresa, criada em 1907, nasceu da união da Royal Dutch Petroleum Company com a The Shell Transport and Trading Company. Esta última foi fundada pelos irmãos Marcus Samuel e Samuel Samuel. Marcus tirou o “shell” do seu pai, que, no começo de 1833, vendia conchas para colecionadores em Londres.


17. 16. TEXACO

Texaco vem de “The Texas Company”. Este nome veio da origem da empresa, na cidade texana de Beaumont, em 1901.


18. 17. OREO

A origem do nome é controversa. Uma teoria diz que vem da palavra francesa para “ouro”, “or”. A embalagem original da bolacha era dourada e tinha a intenção de ser um produto mais sofisticado e exclusivo. Outros dizem que vem da palavra grega “oros”, que quer dizer “monte” ou “montanha”.


19. 18. PANASONIC

A empresa japonesa criada em 1918, em Osaka, começou a usar a marca “National” em 1927. Contudo, quando, em 1955, começaram a se expandir para os EUA e outros mercados, o nome “nacional” não podia ser usado, pois já era registrado. A marca então adotou “Panasonic”, com “pan” significando “todo” e “sonic” remetendo a “som”: “todos os sons”.


20. 19. BARBIE

Ruth Handler, um dia, viu sua filha Barbara brincando com bonecas de papel e teve uma ideia de ouro: crianças queriam brincar com figuras de adultos, não somente de bebês. Depois, viajando à Alemanha, conheceu a boneca Bild Lilli, que daria a ideia final para criar o novo brinquedo. Em 1959, Ruth apresentou sua criação, Barbie. O nome veio de sua filha, Barbara.


21. 20. TWITTER

O nome original da marca era “twttr”, inspirado no Flickr. Palavras de cinco caracteres eram o tamanho dos códigos curtos das mensagens SMS nos EUA. “twttr”, também, porque o domínio twitter.com já estava em uso. Depois de seis meses de empresa, eles compraram o domínio e a marca virou “Twitter”. Twitter significa uma coisa “curta”, “informal”, uma “mensagem sem grande importância ou consequência”. Também significa o silvo dos pássaros (daí o logo da marca).

 

Fonte: EXAME

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O significado do nome de 15 marcas que você conhece
Publicado por:Dayse, setembro - 05 - 2017

Imagine que você está usando aquela calça jeans da Zara e seu tênis Nike preferido para ir ao shopping comprar um moletom Gap e roupas de academia na Under Armour. No meio do caminho, você para no Starbucks para tomar um café e lá encontra um amigo; vocês, então, decidem ir comer um lanche no McDonald\’s, tomar uma Pepsi e um sorvete Häagen-Dazs de sobremesa.

Como deu para perceber, essas marcas – e muitas outras – estão muito presentes nas nossas vidas. Mas você já parou para pensar ou teve a curiosidade de saber o que cada um desses nomes significa de verdade? A equipe do Bussiness Insider se fez essa pergunta, e contou o que descobriu.

Pepsi: um termo médico para “indigestão”

A princípio, o inventor da Pepsi, Caleb Davis Bradham, queria ser médico, mas uma crise familiar o obrigou a largar a escola de medicina e se tornar farmacêutico, como conta o site oficial da empresa.

Sua invenção original, conhecida como “Brad’s Drink”, foi feita a partir de uma mistura de açúcar, água, caramelo, óleo de limão e noz moscada. Três anos depois, Bradham decidiu renomear sua bebida – que, para ele, auxiliava no processo de digestão – para Pepsi-Cola, tirado da palavra “dispepsia”, que significa… Indigestão.


 

Google: um erro de digitação

Google Brasil (Foto: Reprodução/Facebook)
Google Brasil (Foto: Reprodução/Facebook)

O nome do gigante da internet surgiu de uma sessão de brainstorming na Universidade de Stanford. Naquela época, seu fundador, Larry Page, já esboçava ideias para um site de dados em massa, em conjunto com outros estudantes de graduação.

Uma das sugestões para o nome foi “Googolplex”, um dos maiores números descrevíveis. O nome “Google”, no entanto, veio depois de um dos estudantes acidentalmente errar a grafia da palavra. Page, então, decidiu registrar a companhia com esse nome mesmo.


 

McDonald’s: dois irmãos que administravam uma hamburgueria

Drive-thru da rede McDonald's (Foto: Justin Sullivan/Getty Images)
(Foto: Justin Sullivan/Getty Images)

Raymond Kroc, fundador da rede McDonald’s, era um vendedor de máquinas de milkshake quando ele conheceu os irmãos Dick e Mac McDonald, que administravam uma hamburgueria em San Bernardino, Califórnia.

Os irmãos McDonald compraram máquinas de Kroc. O vendedor, de tão impressionado com o negócio dos dois, se tornou agente da marca e instalou franquias por todos os Estados Unidos. Anos depois, ele comprou os direitos do nome “McDonald’s”.


 

Adidas: não é um acrônimo para “All day I dream about soccer”

Muita gente pensa que o nome "Adidas" é uma sigla para "All day I dream about soccer" (Foto: Getty Images)
(Foto: Getty Images)

Se você, como muita gente, pensou que “Adidas” fosse uma sigla para “All day I dream about soccer”, se enganou. O nome da marca, na verdade, vem de seu fundador, Adolf Dassler, que começou a fabricar calçados esportivos quando retornou de seu tempo de serviço na Primeira Guerra Mundial. O nome combina seu apelido, Adi, e as três primeiras letras de seu sobrenome.


 

Rolex: um sussurro de um gênio

Loja da Rolex (Foto: Spencer Platt/Getty Images)
(Foto: Spencer Platt/Getty Images)

Hans Wilsdorf, fundador da Rolex, queria um nome para sua marca que pudesse ser dito em qualquer língua. “Tentei combinar as letras do alfabeto de todas as maneiras possíveis”, disse. “Isso me deu centenas de nomes, mas nenhum deles parecia adequado. Uma manhã, em Londres, enquanto andava no andar superior de uma carruagem puxada por cavalos, um gênio sussurrou ‘Rolex’ no meu ouvido”.


 

Zara: do filme “Zorba, o grego”

Consumidor carrega sacola da rede Zara ; Inditex ; consumo ; varejo ; (Foto: Denis Doyle/Bloomberg via Getty Images)
(Foto: Denis Doyle/Bloomberg via Getty Images)

Originalmente, o fundador da Zara, Amancio Ortega, nomeou sua empresa em homenagem a um filme de 1964 – Zorba, o grego. Mas isso não durou muito.

Isso porque a primeira loja da marca, que foi inaugurada em 1975, em La Coruña, calhou de estar localizada a dois quarteirões de um bar também chamado Zorba, como conta o jornal The New York Times. Ortega já tinha feito o molde das letras para o nome original quando o dono do bar lhe contou que a situação seria muito confusa para as outras pessoas.

No fim das contas, Ortega apenas rearranjou as letras para chegar à palavra mais próxima que poderia – e é daí que vem o nome Zara.


 

IKEA: não é uma palavra sueca desconhecida

Ikea (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Seu fundador, Ingvar Kamprad, escolheu a identidade da marca ao combinar as iniciais de seu próprio nome, “IK”, com as da fazenda e vila que ele cresceu no sul da Suécia: Elmtaryd e Agunnaryd.


 

Starbucks: um personagem de Moby Dick

Starbucks (Foto: Getty Images)
(Foto: Getty Images)

Em entrevista ao The Seattle Times, o cofundador da marca, Gordon Bowker, contou que para chegar ao nome “Starbucks” analisou uma lista de diversas palavras que começavam com “ST” – já que, para eles, essas duas letras juntas passavam a ideia de poder. “Num dado momento, alguém surgiu com um mapa de uma mina antiga da Cascatas do Norte e do Monte Rainier, onde havia uma cidade chamada Starbo”, disse. “Na hora em que vi ‘Starbo’, lembrei do primeiro companheiro de Melville em Moby Dick: Starbuck”.


 

Gap: o… gap geracional entre crianças e adultos

Calças jeans em loja da Gap (Foto: Justin Sullivan/Getty Images)
(Foto: Justin Sullivan/Getty Images)

É basicamente isso: o nome vem da disparidade – de idade, mentalidade e ideias – entre adultos e crianças.


 

Häagen-Dazs: nada (mesmo)

O nome da Häagen-Dazs é o único que não tem nenhum significado especial
(Foto: Getty Images)

Reuben Mattus, um imigrante judeu da Polônia, nomeou sua marca de sorvetes de forma a homenagear a Dinamarca, de acordo com uma entrevista concedida à Tablet Magazine. Mas o nome, na verdade, não tem nenhum significado.

“O único país que salvou judeus durante a Segunda Guerra Mundial foi a Dinamarca, então apenas uni dois nomes fictícios e dinamarqueses e registrei”, contou Mattus. “Häagen-Dazs não significa nada. [Mas] Chamaria a atenção, especialmente com o trema”.


 

Nike: uma deusa grega

O nome da Nike é uma homenagem à deusa grega Nice (Foto: Getty Images)
(Foto: Getty Images)

Nike – ou Níkē, em grego, e Nice, em português – era uma deusa grega que personificava a vitória, a força e a velocidade. A marca se inspirou na imagem de bronze de Nice que se encontra no Museu do Louvre, em Paris (França), e seu símbolo se assemelha a uma asa também em homenagem à deusa.

Uma curiosidade bônus: a imagem de Nice é obrigatória em todas as medalhas dos Jogos Olímpicos de Verão.


 

Gatorade: um time de futebol americano

O nome da Gatorade é uma homenagem a um time de futebol americano (Foto: Getty Images)
(Foto: Getty Images)

Um time de médicos da Universidade da Flórida desenvolveu o isotônico para os jogadores de futebol americano do Florida Gators, que tinham muitos problemas para jogar com as temperaturas elevadas do estado norte-americano.


 

Under Armour: porque a grafia britânica é mais bonita

O primeiro nome pensado para a marca foi "Body Armor" (Foto: Getty Images)
(Foto: Getty Images)

Segundo entrevista do CEO da marca, Kevin Plank, ao The Washington Post, o nome da Under Armour surgiu sem querer. Ele disse que, a princípio, tinha escolhido o nome “Body Armor”, mas não conseguiu registrá-lo. “Eu estava um pouco desanimado, mas tinha planos de almoçar com meu irmão mais velho, Bill. Fui buscá-lo, bati à porta, ele me atendeu e olhou com aquela expressão que só irmãos mais velhos sabem fazer aos mais novos e perguntou: ‘Como vai aquela empresa em que você está trabalhando… Uh… Under Armor?’”.

Ok, mas e como o nome da marca acabou com aquela grafia esquisita? “Adicionamos o ‘U’ ao nome porque, na época, eu estava cético com relação a essa coisa toda de internet, se vinha para ficar ou não”, contou ao jornal. “Então pensei que o número de telefone 888-4ARMOUR era muito mais atraente que o 888-4ARMOR. Eu gostaria que tivesse mais ciência ou todo um estudo de marketing por trás disso, mas foi simples assim”.


 

Amazon: o rio

Galpão com mercadorias da Amazon.com para entrega (Foto: Morris/Bloomberg via Getty Images)
(Foto: Morris/Bloomberg via Getty Images)

Quando a Amazon surgiu, em 1995, seu fundador, Jeff Bezos, tinha uma ideia diferente para o nome da marca. Bezos queria chamá-la de Cadabra, como conta o livro de Brad Stone sobre a companhia. Mas o primeiro advogado da empresa, Todd Tarbert, o convenceu de que o nome era muito similar a “cadáver”, o que não era uma boa ideia.

Por fim, o CEO acabou com o nome “Amazon” – Amazonas, em português – apenas em homenagem ao maior rio do planeta. A imagem do rio também foi incorporada ao primeiro logo da companhia.

Bônus: o CEO também pensou no nome “Relentless” (implacável, em português). O nome não pegou, mas se você tentar acessar a página relentless.com, será automaticamente redirecionado ao da Amazon.


 

Monsanto: a esposa do fundador

Logo da Monsanto diante da sede da empresa nos Estados Unidos (Foto: Reprodução/Facebook)
(Foto: Reprodução/Facebook)

A multinacional de agricultura e biotecnologia foi fundado em 1901 por John F. Queeny. Ele nomeou a marca em homenagem a sua esposa, Olga Monsanto Queeny.

 

Fonte: ÉPOCA

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A fabricante americana de calçados Crocs perdeu uma disputa judicial pela patente do seu produto mais famoso, o tamanco de tipo clog. A empresa acusava sua maior concorrente, a USA Dawgs, e outras fabricantes de terem copiado o famoso design emborrachado do tamanco, e exigia reparações financeiras. A Agência de Patentes e Marcas Registradas dos EUA, entretanto, rejeitou a acusação, afirmando que um pedido de registro do mesmo modelo já tinha sido publicado mais de um ano antes de a Crocs solicitar a patente.

A batalha nos tribunais durou cinco anos e pode significar para a Crocs a perda de uma fatia considerável do mercado de calçados. Apesar de serem consideradas “feias” por muita gente, as sandálias de plástico do tipo ‘clog’ venderam milhões de unidades em todo o mundo, e conquistaram uma legião de fãs por serem considerados muito confortáveis – entre eles, alguns atores famosos de Hollywood e até famosos chefes de cozinha.
De acordo com o site de notícias Footwear News, especializado na cobertura do setor de sapatos, a decisão de rejeitar a patente da Crocs foi da advogada de moda de Nova York Elizabeth Kurpis, que integra a Agência de Patentes e Marcas Registradas. Segundo ela, a empresa tem 30 dias a partir do dia 11 de agosto para apresentar recursos contra a decisão. Se isso não acontecer, perderá para sempre o direito de requerer a propriedade intelectual do design do tamanco clog.

Imbróglios judiciais entre a Crocs e a USA Dawgs ocorrem desde 2006 nos tribunais americanos. Em agosto do ano passado, por exemplo, a Dawgs apresentou uma queixa de 110 páginas em que acusava 18 funcionários e diretores da Crocs de violar as leis antitruste dos Estados Unidos, a fim de ajudar a empresa a obter uma vantagem desproporcional no mercado.

O tamanco da Crocs foi lançado em 2002 por três entusiastas de esportes náuticos, que desenvolveram um material leve, à prova d’água e antiderrapante. A empresa está sediada na cidade de Niwot, no estado do Colorado, nos Estados Unidos.

Fonte:  Estadão

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Justiça europeia protege marca Lacoste em batalha por logomarca
Publicado por:Priscila Pessatti, junho - 28 - 2017

O Tribunal de Justiça da União Europeia deu razão nesta quarta-feira à marca francesa Lacoste ao negar a um fabricante polonês de bolsas e roupas, Mocek e Wenta, o registro da imagem de um crocodilo como marca.

“O Tribunal Geral considera que a representação do jacaré de Mocek e Wenta pode ser encarada como uma variante da representação do crocodilo da Lacoste, representação esta última amplamente conhecida pelo público geral”, indica o tribunal em um comunicado.

Consequentemente, o tribunal rejeitou o recurso de Mocek e Wenta, a quem já havia negado sua solicitação de registro ante o Gabinete de Harmonização do Mercado Interior (OAMI).

“O tribunal estima que existem riscos de confusão (…). Já que o público em geral pode acreditar que os produtos sobre os quais figurem símbolos parecidos procedem da mesma empresa”, afirma.

A Lacoste, fundada pelo tenista francês René Lacoste em 1933, começou a distribuição de roupas esportivas com o logo de um crocodilo, apelido que o dono ganhou nas partidas por sua tenacidade.

Fonte: JusBrasil

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